As “marcas” e os “vícios de linguagem”

Analisando a comunicação moderna sob o aspecto da língua formal, poderíamos afirmar que tem muita gente utilizando vício de linguagem pensando que é marca registrada.

Uma marca registrada é uma forma de se manifestar, são palavras utilizadas de tal forma que ao ouvi-las pensamos logo em que as fala.

Uma liderança política muito conhecida no final do século passado, Leonel Brizola, costumava falar em “contiúdo” para referir-se à palavra conteúdo e “não rotundo” para reformar a expressão negativa. Eram, digamos assim dentro deste nosso raciocínio, marcas registradas dele.

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Existem muitos outros exemplos de expressões utilizadas por pessoas dos mais variados segmentos da sociedade, que são verdadeiras marcas registradas. Mas na atualidade também se ouvem muitos vícios de linguagem, que quem os pronuncia, nem sempre imagina são verdadeiros vícios, como os que estão estampados na imagem que ilustra este post. Tipo assim, né… são verdadeiros vícios de linguagem.

Outro aspecto relevante para a comunicação, mas que também estão “bagunçando” a língua portuguesa, são expressões como: vou estar mandando, vamos estar entrando em contato. Ora, porque não falar, estaremos mandando, entraremos em contato.

Quem pratica este tipo de linguagem, embora nem sempre saiba, está assassinando a nossa língua formal, a língua portuguesa, e muitos estão pensando em uma linguagem moderna.

Moderna sim, mas errada, do ponto de vista da língua portuguesa.

E tem muita gente também que defende esta linguagem moderna, afirmando que os professores têm que ensinar nas escolas o que se pratica nas ruas ou mais propriamente, na internet, nas redes sociais.

Há controvérsias.

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A grande importância do “falar bem”

As histórias de pessoas com boa formação específica, mas com problemas de comunicação, são velhas e verdadeiras. Com efeito, há muitos profissionais que são bons em suas áreas, mas carecem de uma melhor comunicação. Não avançam neste processo de melhorar a comunicação, porque simplesmente entendem que não é necessário, ou então que “não nasci para isso”.

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Mas o profissional de sucesso, hoje, precisa saber se comunicar. Um contador, por exemplo, trabalha para um público interno – quase sempre. Mas pode chegar o dia em que seja convocado pelo superior a fazer uma explanação sobre a situação econômica da empresa. Aí bate o desespero! Na verdade, não há motivo para desespero, pois via de regra, este contador conhece o seu ofício e poderá desenvolver a apresentação com sucesso, se atentar para algumas técnicas de comunicação.

Em uma apresentação, a segurança, o controle emocional e a fluência verbal estão intimamente ligadas ao “conhecer o assunto”. Vejo acadêmicos trêmulos, horrorizados e alguns até com forte descontrole emocional, ao ter que apresentar um trabalho em sala de aula. Não deveria ser assim, mas as universidades – para não falar as escolas em geral – não preparam seus alunos para o “saber falar em público”, o que considero uma falha.

Contudo, retomando o princípio, se temos conhecimento do assunto sobre o qual vamos explanar, não devemos ter medo da apresentação. É só dominar algumas técnicas para o controle emocional e a doma do medo, posicionamento corporal, articulação vocal e pronto. Sucesso garantido.

Falar bem não é difícil. Basta querer!

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Só eu que não “tô” entendo nada?

Eu aprendi nas escolas a utilizar a linguagem forma. Tudo bem que sempre sigo esta regra. Depois, na faculdade, aprendi que obrigação de quem tem formação, utilizar a linguagem formal, principalmente quando escreve e fui orientado no trabalho de conclusão de curso por uma professora especialista.

No jornalismo, vez ou outra, fujo destas normas para que o texto surja mais simples, com menos linguagem rebuscada. Mas, não me permito a muitos exageros.

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Foi por causa disto que começaram a me incomodar, algumas formas de comunicação que a despeito de serem modernas, fogem da linguagem formal.

Aí então, perguntei a um professor doutor, phd, etc… como ele via este desvirtuamento da língua portuguesa padrão com expressões do tipo: vamos estar mandando, vamos estar te ligando mais tarde e outras do tipo.

Recebi como resposta que não tem nada de errado e que temos que seguir acompanhando as expressões modernas sob pena de nos isolarmos no plano da comunicação. Mais ou menos assim: se todo mundo está falando, vamos falar também.

E aí eu pergunto: aderir aos modismos, isto é interessante para a língua portuguesa?

Se este meu pequeno texto provocar em você leitor, uma reflexão a respeito, me dou por satisfeito.

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