As diferenças entre eloquência, oratória e retórica

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Quando escrevi meu terceiro livro (Fale bem, você também) meus conceitos de eloquência, oralidade, oratória e retórica, eram digamos assim, extremamente acadêmicos.

Não os desprezo completamente, pois eles guardam a essência de meu aprendizado sobre as teorias da comunicação.

Hoje, porém, tenho claro os mesmos conceitos, só que agora de forma mais simples e objetiva.

Oralidade, em meu ponto de vista, é tudo o que se fala;

Eloquência é o dom da fala, que muitas ouvi que tenho e já ouvi também em relação à outras pessoas, o carisma, a expressividade, a espontaneidade, a facilidade ao falar e até o mesmo a espirituosidade, também conhecida como “presença de espírito”, é aquilo que se diz no dia a dia como “tem o dono de falar em público” e que se diferencia dos demais termos sobre os quais discorro;

Oratória é a utilização de ferramentas de comunicação (conjunto de técnicas, gestos, maneiras, formas de dizer, que podem ser adquiridas por intermédio de cursos, de leituras, de práticas”, a fala bonita, porém sem compromisso com o convencimento;

Retórica se refere mais a argumentação sólida do conteúdo, à associação e à disposição das ideias, a força da lógica, da dialética, que também se adquire com muita leitura, exigindo amplo e profundo conhecimento. É imprescindível porque é ela que dá substância e impacto na comunicação e é considerada a arte da persuasão.

Neste sentido não dúvida de que é a retórica quem resume todos os outros atributos e formam o conjunto “a arte de falar bem em público”.

Por isso, nossa palestra-chave é a “Domine a arte de falar bem em público”.

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